27 de fev de 2009

Com vocês... a dupla sertaneja... Jeff & Steve!

Achei essa super apresentação desses dois "principiantes" da guitarra...

aproveitem crianças.

25 de fev de 2009

U2 PLAGIANDO!?


Não precisa clicar na imagem.
dont click on the picture, its just to show U2's plagiarism

Mal o disco "No Line on the Horizon" saiu, e já fiquei sabendo que o todo poderoso ou "a maior banda do planeta" (como afirmam muitos) U2 , simplesmente copiou e colou a mesma capa de Taylor Deupree e Richard Charter do albúm "Specification fifteen" de 2006.

Segundo informações, o próprio disse que não irá para a justiça, pois ele sabe que ele "um artista experimental e intimista" não tem a menor chance com uma banda tão massificada quanto o U2.

Essa do plágio, na minha opinião, só serviu mais para aumentar o meu desgosto com uma banda que tanto embalou a minha adolescência, e que nos últimos anos só tem feito besteira, a salvo de umas canções isoladas, mas em se tratando de álbum, o U2 nunca mais foi o mesmo.

O U2 é grande demais para ter que se sujeitar a esse ponto de se apropriar de imagem dos outros... por isso que eu sempre digo, que os Beatles nunca tiveram esse problema com suas capas, pois , todas eram obras de arte únicas e altamente originais!

Up Deupree!

23 de fev de 2009

U2 - No line on the horizon (2009)


Clique na capa para baixar o cd U2 no line on the horizon
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Quando o U2 lançou "Pop" em março de 1997, a crítica caiu de pau e pedras em cima, devido ao teor "disco" do álbum. Ne verdade, somente a canção "Discoteque" e "mofo" que são dignas desse atributo, o disco era muito bom e tinha excelentes canções. "Pop" foi seguido por uma turnê grandiosa "Popmart". Esse disco foi precedido pelo tiro no pé "The Passangers" de 95. Devido a isso, o U2 se ve na obrigação de voltar a fazer rock a qualquer custo, como uma tentativa de "cala a boca", infelizmente isso só tem feito mal para a evolução do grupo, que estagnou, e não consegue mais fazer algo original.

Após "Pop", U2 lançou "all that you can live behind" (esse tem que deixar pra trás mesmo rsrs), um disco razoável com músicas bem chatinhas como "Beautiful day" e "Elevation", o que salva o disco são "Stuck in a moment... (sabe deus o resto)" e "Walk on". Depois desse disco, o U2 veio com "How to dismantle an atomic bomb", quando eu ouvi "Vertigo" achei que fosse a volta do estilo "Boy", mas não, continuou do mesmo jeito, sem empolgação alguma. O U2 está passando pela mesma síndrome que o Stones passou a ter após "tatoo you", vivem fazendo cover de si.

Bem, com relação ao disco novo, ele começa com a melhor canção de cara, a canção de abertura"No line on the horizon" dava a entender que seria um disco da pesada. Das 11 faixas, gostei somente de 4, a homônima já citada, "I'll go crazy if I dont go crazy tonight" (balada com uma guitarra bem legazinha) esse nome longo fode a paciência; "Fez being born" outra canção lenta legal, e "Stand up comedy" (canção com guitarras e levada bem arrojada, que já faz o estilo "achtng baby").

Das 11, só 4 serem boas... é muito pouco para uma banda do gabarito do U2.

O saldo final é o seguinte, "No line on the horizon" demonstra que não é linha que falta no horizonte deles, e sim, a criatividade.

NOTA: 4,5

Assista aqui, o bom clipe da canção RIDÍCULA "Get on your boots":



Ouça aqui a melhor canção do disco:

21 de fev de 2009

G.R.E.S.S. Unidos do Emerson, Lake & Palmer

Com essa chatice chamada carnaval, eu desejo a todos um "Karn Evil", com a bateria nota 10 de Carl Palmer, o puxador Keith Emerson e o enredo de Greg Lake.
Com direito a alegorias e um palco com cara de carro alegórico.



Pulem, brinquem... mas não se esqueçam da camisinha e do rock n roll.

14 de fev de 2009

T Rex - The Slider (1972)


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"Uhaaaaa Yeahhhhhhhhh!" eis o primeiro som que se ouve na faixa inicial desse discaço incrível, uma vocalização da pesada de "Metal Guru", cujas guitarras bem cortantes e altas, dão todo o peso e força que a música precisa. Bolan não era como Gilan, que gritava, ele apenas solta a voz suave. O disco segue com "Mystic lady", que é puro lirismo, e dá vontade de pegar um violão e sair tocando (notem o baixo dessa música... demais).

Também tem "Telegram Sam", que foi até cover do Bauhaus, o Guns n Roses tocou uma canção do T Rex em um disco, mas agora não lembro qual foi. Muita gente foi influenciada por Bolan e cia, desde gente da época como Led e Donovan, até os atuais como Oasis e Supergrass.

Eu pirei quando ouve a belíssima "Spaceball ricochet", nessa canção dá pra se perceber como Bolan era talentoso, ao se ouvir os inúmeros backing vocals que o próprio faz (marca registrada do rapaz).

Acompanhe uma apresentação aqui:


O T Rex estourou justamente na famosa época do "Glam Rock" e do Rock Progressivo. Lembro de quando eu ouvi esse disco, foi no vinil, disco da época e sem nenhum arranhão. Na época ficava imaginando "esse disco na forma digital deve ser animal...", de fato é. Agora meninos e meninas, baixem e curtam a viagem do T Rex. Enquanto isso, eu fico aqui lembro aquela época mágica do vinil com seu xiadinho...

"The Slider" é um disco excelente em todos os aspectos, e eu comentar ele todo aqui, será chuver no molhado. Então galera, apenas viagem nesse delírio chamado "T Rex"!

NOTA: 10

Ouça "Metal Guru":

7 de fev de 2009

Franz Ferdinand - Tonight (2009)

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Em 2004, o Franz Ferdinand estreou com um discaço cheio de canções que remetiam a disco music, e sobretudo, na sua essência, a um bandaço chamado Talking Heads. É importante também citar outras influências legais que eles tiveram como The Fall e Gang of four. O Franz nessa estréia teve a favor, o som retrô, guitarras cortantes e refrões colantes. O disco que seguiu foi "You could have it so much better" de 2005, já decepcionou um pouco, a banda já estava menos inspirada e repetitiva. Mesmo assim, ainda valia a pena de se ter o cd na coleção, o curioso que o nome do segundo cd já sugere a perda de qualidade "Você poderia ter algo bem melhor".

Somente após 4 longos anos, a banda resolveu voltar com "Tonight", pelo que percebi está sendo bem recebido pela crítica, o que não será o caso aqui. O Franz levou 4 anos para fazer um disco sem sem grandes hinos, e o pior, as guitarras cortantes e suas riffs já não são mais as mesmas. Kapranos e cia se prenderam demais a disco music, e isso não me agradou, o grupo perdeu muito da alegria, empolgação e peso.

Do disco novo só gostei de "Ulysses", "No you girls","Lucid dreams", "live alone" e a bela "Katherine kiss me", as quatro primeiras citadas, são as que mais se parecem com o habitual Franz, enquanto "Katherine kiss me" mostra que nem tudo está perdido (bela canção com voz e violão). Se os caras do Franz resolvessem fazer o disco todo no estilo dessa última canção, aí sim, este blogueiro estaria enaltecendo o mesmo orgulho e empolgação que sentiu ao ouvir o primeiro disco.

O diagnóstico: "É mais fácil o Franz perder fãs velhos, do que ganhar fãs novos com esse disco novo". A sugestão para um nome do terceiro disco seria "You could have it so much worse".

NOTA: 4

Ouça "Katherine Kiss me":


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