25 de dez de 2010

Senhoras e Senhores... BEADY EYE!!!



Confiram esse sonzaço da pesada!!! Liam Gallagher está de volta com rock n roll no melhor estilo clássico! Confiram.

See ya

Deerhunter: microcastle (2008)

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Pode parecer um pouco tarde para falar de Deerhunter, de fato eu relaxei um pouco e poderia ter abordado o disco deles na época do lançamento, mas como sempre, o babacão aqui sempre deixava pra depois e depois... chegou a hora!

Ao ouvir "Microcastle" eu tive a impressão de estar ouvindo a perfeita fusão entre Brian Eno e Sonic Youth. Isso mesmo, o lirismo levemente eletrônico de Eno com as distorções do Sonic Youth. Tá certo que nem só de Eno e Sonic Youth o Deerhunter é feito, mas essa foi a forma mais direta e sucinta para dar um norte para quem nunca ouviu.

Particularmente, "Microcastle" é um disco para se ouvir somente em determinados momentos, não pense que ele pode ser a trilha sonora da sua festa dos sonhos ou do cooper no fim de tarde ou da transa perfeita. O estilo "Surf music" levemente desacelerado é algo que me agrada muito, mas não pensem que é tão Slow motion assim, "Nothing ever happened" que o digam.

A abertura do álbum é épica, dramática e delirante, com todas aquelas distorções e a batida leve de "Cover me slowly". Depois de uma abertura tão incrível, o disco segue com a minha faixa favorita "Agoraphobia". Me fez pensar em Velvet Underground e Lou Reed com seu vocal meio falado/cantado, é realmente demais. Sem contar todo o trabalho melódico, que apesar de simples é perfeito e fecha muito bem com a entrada dos sintetizadores.

"Saved by old times" soou muito parecido com uma canção dos anos 60 que gosto muito, pode até parecer implicância, mas que já ouvir "Season of the witch" do mestre Donovan certamente vai reconhecer a atmosfera...

"Never Stops" é a canção com maior potencial pop do disco, soa muito com aquele estilo Pixies de ser, tipo "Gigant" ou "Here comes your man". É bom rever a marca do Pixies sendo revisitada de forma inteligente e sem querer soar como oportuna.

"Microscastle" merece um lugarzinho, seja nas pastas de um pc ou ipod ou numa estante de cds.


NOTA: 8,5

21 de dez de 2010

Merry Chistmas n Roll Man!!!






Ahh o natal! Época de presentes... como diz Sheldon, o contrato social... eu acho um saco esperar até a meia noite pra comer e trocar abraços com todo mundo, e ter que ficar ouvindo as mesmas musicas chatas de todo o sempre. Se pelo menos eu ganhasse presente, mas tudo bem...

Resolvi listar algumas musiquinhas para alegar a rockada natalina de cada um de vocês, acredito que tem canção para todos os amantes do bom e velho rock n roll (e aposto que até os não amantes também). É o que vamos ver....

Wham!



A banda de George Michael e Cia, fez esse popzão bem 80 muito legal (torçam o nariz!). Eu lembro que essa música tocava independente de ser o natal. O clipe é bem legal e o interessante é ver o então macho alfa George Michael rsrsrs muita mulher nesse tempo delirava com ele, mal sabiam o segredinho que ele guardava no armário...


McCartney & Wings



Lennon é certamente o mais lembrando por sua "Happy xmas (war is over)", nada contra o idealismo de Lennon, mas essa canção dele, apesar de ser a cara do natal é piégas demais. Além disso, a canção de Lennon já foi tocada até por PAGODEIROS!!! Holy Shit!!!

A primeira vez que ouvi essa música do McCartney foi num cd coletânea de um grupo de coral, o engraçado que eu não fazia a menor idéia de que essa canção era do Sir Paul. Eu ficava ouvindo aquela vocalização logo após o "Ding Dong" no meio da música e dizia "Nossa isso é a cara dos Beatles!" , quando tive o cd em mãos, vi os créditos e... LUKE EU SOU SEU PAI!!!

A versão original do McC com os Wings ... apesar da eletrônica interessante, a vocalização do coral ficou com mais cara de canção do McCartney do que essa! Mas fazer o que? É Natal Mother Fucker!


The Who



"Christmas" do The Who é certamente uma das canções que mais me entusiasma no álbum "Tommy". Chega dessa frescura natalina de chocalhos e mãos dadas! Let's Roll it baby!!!


Ringo Starr


Ringo cansou de ser "I wanna be your man" e desejou "I wanna be you Santa Claus. Isso mesmo, um disco inteiro dedicado ao dia.


The Kinks



Pra fechar com chave de ouro, a mais energética e porrada canção da listinha... THE KINKS!!! KINKS!!!

Play it Loud! Fuck the neighbors!!!


Menções Honrosas: Lou Reed com "Xmas in february", John Lennon com o seu arroz de festa já citado, White Stripes com "Candy cane children", The Flaming Lips "Christmas at the zoo", Coldplay "Christmas lights", Juanes "El Burrito de Belén" (what the fuck?! Ok é uma longa histórias... deixa pra lá) e George Harrison com sua "Ding Dong Ding Dong" de 74. Pode ser que eu tenha esquecido alguma ou também nunca tenha escutado a bagaça.

feliz natal!

6 de dez de 2010

O Clone: Beatles x Padres-pop-brasileiros



No sábado (04/12), fui ao cinema ver o excelente "A rede social" de David Fincher, enquanto esperava a hora da sessão, dei um pulo nas Lojas Americanas para dar uma olhada nos cds. Eis que me deparo com o disco "Erguei as mãos" do "dreamteam" celibatário brasileiro. Marcelo "The Nose" Rossi, Fabio "Jr-Gianechini" de Melo, Juarez Castrol (não tinha apelido, improvisei) e Antônio "Papai papucho" Maria.

Tá na cara que a inspiração foi escancarada né, eu só acho que se fosse pra homenagear os Beatles, o nome ideal para o cd deveria ser "Let it Bless" e não essa coisa óbvia de "erguei as mãos".

Resta saber se os padres aí irão fazer algum show surpresa em algum telhado de igreja, tal como os Beatles no "Rooftop"...


até mais


PS: Parece que o Pe. Fábio "Jr-Gianechini" de Melo sabia que aquela seria a pose do McCartney... esse padre, em breve será assunto no meu outro blog... a verdade virá à tona!

29 de nov de 2010

Kings of Leon: Comes Around Sundown (2010)


Quando o KOL surgiu, apareceu com o rótulo de "Indie", "Strokes caipiras sulistas" e até mesmo de rock de arena. Eu ainda prefiro algo como um "Credence grunge" (rótulo meu). Muitos fãs não gostaram de "Only by the night" por considerar "comercial demais". De fato, foi o grande salto pop do KOL, reconheço que se não fosse "Only by the night", o KOL ainda seria uma daquelas bandas que só ocuparia espaço no HD e que valia a pena ouvir umas 5 canções por álbum. "Only by the night" é um disco perfeito e um dos melhores de 2008, e está entre os melhores dos 00's.

"Comes Around Sundown" é o álbum que sucedeu o bombástico "Only by the night". Eu ouvi muito por aí que o KOL havia retornado às origens e etc.. Sinceramente, não achei. Eles seguiram uma proposta bem próxima de "Only by the night", entretanto, com refrões menos colantes, um som menos limpo e menos alto; além disso, um baixo muito mais presente do que no disco anterior.

Desde "Only by the night" que o KOL segue uma linha de guitarras que lembra muito o U2, só que um pouco mais visceral do que The Edge. As distorções de "The end" dão um clima bem desesperado e ao mesmo tempo apaixonante.

"Radioactive" tem um baixão que lembra muito Adam Clayton nos tempos de War. Não sei porque o KOL tá me lembrando tanto U2, será que é só impressão minha? Riffs e refrão bem legais.

Destaco a belíssima "Mary", meio sessentista, mas com guitarras muuuito bem carregadas e riffs sem dó nenhum de aparecer. Calleb Followill colocou todo o fôlego e empolgação nesta canção, pode anotar aí véi.

Não gostei da canção "Pony Up", instrumentalmente falando ela não se encaixa no estilo predominante do disco.

A minha favorita do disco foi "Beach side". Que levada bacana, saudosista e que tem um baixo da pesada, Followill family estava inspirada nessa música.

O disco é excelente, eu recomendo mais ainda se você curtiu o anterior.

NOTA: 9,2


24 de nov de 2010

Especial McCartney: Menções honrosas

Band on the Run (1973): Sei que muitos devem se perguntar "Por que raios esse babaca do Blimbou simplesmente não fez um post só para 'Band on the run'?" A resposta é simples, eu optei por comentar sobre os álbuns que marcaram a MINHA vida, e não a vida de crítica internacional. Mas não seria por esse motivo egoísta que eu deixaria de comentar, brevemente, um dos mais consistentes trabalhos solos de McCartney. É inegável que o disco é excelente, mas não um "álbum branco" ou "sgt. peppers" como dizem por aí. Isso é exagero. Assim como também considero um absurdo dizerem que este é o melhor disco solo de um ex-Beatle, eu gostaria de perguntar para esses fulanos que dizem essas coisas, o seguinte "Você já ouviu 'All things must pass' de George Harrison?".

"Band on the run" conta com os hits "Jet" (essa é a canção que McCartney usou para repetir no final do álbum, algo normal na carreira dele) e "band on the run". Destaco ainda "Mrs Vandebilt" e "No words". Para alguns fãso fim dos Wings foi como uma benção, fim que ficou marcado com a prisão de McCartney por porte de maconha, o que lhe rendeu uns dias de xilindró.


All the best (1987): What the fuck?! Uma coletânea Blimbou? Sim! Eis o primeiro disco de McCartney que ouvi na vida, só isso já é o maior de todos os argumentos para o egoísta aqui colocá-lo nesta menção honrosa. "All the Best" é uma das trilhas sonoras da minha infância, marcou muito. "Pipes of peace", "Ebony and ivory", "My love", "another day" e "say say say" tocavam muuuito na vitrola de casa. Foi nesse álbum que vim criar todo o meu fascínio pela marca de instrumentos Rickenbacker (um dia terei um).

Outra coisinha, pode parecer besteira, mas que a grande maioria dos fãs dos Beatles que cresceram depois do sucesso do Fab four, certamente passou... acreditem, mesmo sabendo o nome dos quatro Beatles, mas na minha cabeça Paul Mccartney era um cara que apareceu do nada e surgiu apenas como Paul McCartney. No momento em que vim realizar que esse McCartney era o mesmo McCartney do fab four foi um choque (positivo) muito grande, tipo "Luke, eu sou sei pai!".



Flaming pie (1997): Um dos mais belos discos da carreira solo de McCartney. Esse disco foi marcado por ter sido feito em um período difícil da vida de Paul, Linda estava com câncer de mama e faleceu no ano seguinte.

Outro fator que contribuiu muito para que esse disco fosse tão bom, era o fato de McCartney ter se envolvido com os outros ex-Beatles durante o projeto "Anthology", com melodias bem no estilo "long and widing road" de ser.

Destaco as belíssimas "Little willow" e "beatiful night". Lembro que esse álbum rendeu um especial de tv, que inclusive passou umas 2 vezes na Band.




Run Devil Run (1999): McCartney resolveu botar o capeta pra correr na base do Rock n Roll, afinal esse é o primeiro disco dele após a morte de Linda. E pra isso, convocou David Gilmour do Pink Floyd e Ian Paice do Deep Purple. A parceria com Gilmour já é de longa data, afinal, a guitarra espacial (eu disse ESPACIAL mesmo) de Gilmour toca em "No more lonely nights".

"RDR" consiste em várias covers de clássicos do rock de gente como Chuck Berry, Carl Perkins eElvis Presley (na verdade uma co-autoria, pois o "rei" do Rock não compos praticamente NADA na vida). Esse disco foi marcado por um show especial no "Cavern club" para meia dúzia de babacas e por 3 canções inéditas de Paul.

"RDR" é um discaço, feito para se ouvir do início ao fim.

É isso aí gente, Paul já foi, e que não viu perdeu (meu caso); pois, essa foi a última chance de vermos um ex-Beatle vivo tocando (não acredito que o Ringo esteja com essa corda toda...). Eu já estou me sentindo cansado de tanto falar em McCartney, muito vuco vuco, oba oba e blá blá blá. Tudo bem, o cara é legal, eu sei que sou um chato.

Próximo post KINGS OF LEON 2010!!!

Faca na Caveira Followill!!!

21 de nov de 2010

Especial McCartney:McCartney I (1970)

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Quando um casamento está por um triz,daqueles que qualquer bostinha pode dar o fim em tudo? Mas mesmo assim o casal ainda reluta? E curiosamente, tanto o homem quanto a mulher tem consciência de que está tudo uma merda, mas que falta um "empurrãozinho" para se dar um fim e todo aquele relacionamento que está um cagada bem fedida e sem fim.

Pois então, os Beatles estavam numa rota de colisão em 69. Lennon já estava doido para pular fora (mas não queria tomar a iniciativa), George muito puto no seu canto doido para liberar o roqueiro controlado por cabrestos e Ringo sempre quieto. Foi preciso que McCartney chutasse o balde com a mesma força com que Roberto Carlos cobra uma daquelas faltas. Eis que ele grava na surdina, em apenas um mês, tocando TUDO sozinho, só para mostrar para todos de que ele não precisa de mais 3... se é que vocês me entendem. Será que compensou? Vamos saber agora.

Eu tive esse disco em vinil, era uma cópia original da época e estava em excelente estado. Lembro que foi com grande empolgação que comprei por apenas 2 reais e tempos depois troquei ele pelo cd "Past Masters 1" dos Beatles (Sim! me condenem colecionadores de vinil!).

McCartney I é bem mais rock que "Ram", porém, menos melódico e muito mais cru. O disco abre com a instrumental "Lovely Linda", eu sinceramente não sei onde raios ele diz que ela é adorável, pois é uma canção instrumental é curtíssima. "Valentines day" é outra instrumental, entretanto sem poder nas batidas e solos de guitarra bem tímidos se comparados com o que Harrison fez em "Abbey road", e McCartney ainda pegava no pé dele... McCartney, você é o deus do BAIXO, não se esqueça disso.

O disco segue e só vem ter brilho de fato na sua quarta faixa, a bela "Every night". Canção muito legal mesmo, chega a ser um convite para se pegar o violão e sair tocando à beira de uma lareira "Uhuuuuuuuuu... uhhh... hummm".

"Hot as sun/glasses" é uma bela canção, mas só que instrumental. Acredito que o potencial dessa canção seria mais bem aproveitado se fosse cantada, mas fazer o que...

A jóia do disco é sem dúvida "Junk", inclusive essa canção chegou a ser ensaiada pelo próprio McCartney nos mesmos estúdios nos tempos dos Beatles. "Junk" é o exemplo clássico de uma canção com a marca de McCartney, rica melodicamente, emocionante e intimista. Violão de de melodia simples e perfeitamente arranjada. "Teddy boy" é outra canção que McCartney também ensaiou nos estúdios dos Beatles. No post passado, eu havia comentado uma mania de McCartney que é repetir uma determinada música no começo e no final do disco, o mesmo rola aqui, "Junk" e ""singalong junk".

"Maybe I'm amazed" é o grande sucesso desse disco e a mais visceral do álbum, sem a menor dúvida.

Próximo post "Menções honrosas"

Nota: 7,5


17 de nov de 2010

Especial McCartney:RAM (1971)


Taí um discaço que eu vim ouvir bem no começo da minha fase "ex-Beatle" (afinal, todo fã tem aquele momento em que ele passa a se dedicar mais à carreira solo deles). Pois bem, "Ram" era um disco que eu não fazia idéia nenhuma de que existia até o meu eterno amigo Mark Lewis me apresentar. Devo ressaltar que era um vinil, original e da época! Com selo da Apple e todo o mais (não se trata da empresa de Jobs sua cordona no cio!). A propósito a capa é feinha... mas diferente.

"Ram" já conta com a participação de Linda McCartney, não so na concepção artística das capas, mas também tocando e cantado. Paul certamente se questionou "Fuck! If Yoko does, Linda can do the same and better!". De fato, ela faz melhor, porque a Yoko cantando é mais brochante que dançar com a irmã em festa cheia de gatas.

O disco abre com a bela "too many people", que segundo Lenno, foi uma provocação direta a ele. Eu sinceramente, não sei onde raios Mccartney passou o fero quente no furico de John nessa canção. Mesmo assim, Lennon resolveu revidar com "How do you sleep?" do disco Imagine. No caso de Lennon, "How do you sleep?" não foi nada metafórico e sim DIRETO! Acho legal a parte que Lennon diz "The only thing you done was Yesterday/and since you're gone you just another day". Provocando diretamente um hit de McCartney da época, dizendo claramente que ele só prestava no "passado". Que coisa infantil. Chega de divagação! Foco Blimbou! Poha! Foco!!!

Bem, "Ram" é um disco bem no estilo "Abbey Road" , mas só que bem mais rock (não estou dizendo que seja melhor hein!). O que eu gosto muito nesse disco, é que ele é muito melódico mesmo e rico em orquestras, tudo bem que não tem o "TM" de George Martin, mas para um único Beatle é algo grandioso. Devemos levar em consideração que até então eles eram dependentes demais uns dos outros.Na minha opinião, McCartney foi o que soube superar de LETRA isso tudo. Resolveu arregaçar as mangas e puxou todo o bonde sozinho.

Nesse disco podemos perceber uma coisinha que McCartney já havia feito nos tempos dos Beatles... repetir uma canção no final do disco. Podem conferir, em Sgt. Peppers a canção "Sgt.Peppers..." toca no início e no final antes do grand finale "A day in the life". O mesmo acontece em Abbey Road, quando podemos conferir "You never give me your money" no início e no final do Lado B do vinil. Em "Ram", a canção "Ram on" toca no começo e no fim do disco.

"3 legs"(ou o "melô do Kid Bengala") é uma homenagem direta a Rober Johnson, me lembra muito "crossroads" dos seus ensaios no Delta Blues. "Uncle Albert/Admiral Hasley" é uma "masterpiece" véi! Bem trabalha, complexa e com reviravoltas, mas sempre com uma proposta alegre e com melodias relativamente simples, algo parecido com que McCa fez em "Band on the run". Destaco as porradas "Smile away" e "monkberry moon delight", rock n roll muito bacana mesmo.

Não poderia deixar de falar sobre "The back seat of my car", essa você fica achando que tem algum outro Beatle participando bem quieto nos outros instrumentos. Realmente compensa a carência de qualquer fã. Então meu amigo, aumenta essa porra até o talo da tua vitrola como eu fiz e apenas curta!

"Ohhhhhhhhhh ! We believe that we can't be wrong!"

até mais!!!

Próximo post "McCartney I"

NOTA: 10

14 de nov de 2010

Especial McCartney: Tug of War (1982)


Após ter se separado definitivamente dos Wings (que para muitos foi a melhor coisa que McCartney fez e para outros o Wings deixa saudade) mas isso não vem ao caso. "Tug of War" marcou o retorno de George Martin na produção dos discos. Todos sabemos que ele teve um papel fundamental no som dos Beatles, e que ensinou muito a McCartney. Mesmo assim, nada como o próprio Martin para chefiar uma produção de um disco e dar som para tudo que está na cabeça do Beatle.

O disco abre com um hino à paz, "Tug of War" é um daqueles exemplos clássicos de música estilo McCartney, bem intimista e riquíssima em melodia simples. O violão que dá base à canção chega a soar sertanejo, mas não se enganem, a canção tem o seu clímax, e é bem pesado! Com direito a orquestra. "Take it away" já é uma levada meio Wings, mas tem um "quê" de Steve Wonder (que não está no disco de penetra) muito legal e alegre.

"Somebody who cares" é (na minha humilde opinião) uma das mais belas canções do velho Maca! Muito linda mesmo, sempre que a ouço, programo para tocar repetidas vezes. Se você não saca essa canção, mas gosta um pouco do McCartney solo, eu recomendo. Quando chega na parte "There's always someone, somewhere... you should know by now/ Always somebody who cares" é empolgante, eu diria que se trata do refrão perfeito para se começar um belo dia.


Esse disco é marcado por uma homenagem histórica, assim que Lennon foi morto, McCartney compos "Here today". Uma das mais belas canções do currículo do rapaz, apesar de não ter feito sucesso na época, mesmo assim, que se dane as estatísticas Pop! Tenham esta canção como uma declaração de amor e não como uma homenagem a Lennon, quem sabe assim, sem essa forçada de barra as pessoas passam a dar mais atenção. A próposito, nas últimas turnês (eu disse turnês e não shows) McCartney tem tocado "Here today".

Também pediria mais atenção para o rock n roll "Ballroom dancing" e na belíssima "Wonderlust".



E logicamente, não poderia deixar de citar uma das canções mais legais que já ouvi nessa vida!
"Ebony and Ivory" é o verdadeiro hino à paz! Sim!!! É sim, por quê não haveria de ser? "Imagine" é inegavelmente tocante, mas remete à sentimentos de tristeza, arrependimento ou até mesmo de resignação."Ebony and Ivory" é um tapa na cara da intolerância, na qual McCartney acopanhando de Steve Wonder (nesse disco eles cantam 2 canções juntos, reparem no "She loves you yeah yeah" bem no final de "Whats that you doing") resolvem mandar as diferenças pra puta que pariu, e de mãos dadas, alegres e saltantes como se tivessem tomado poção Gummy. Até hoje me lembro, bem pequeno vendo aquele clipe com os dois dividindo o piano.

Lembro que comprei o vinil de "Tug of War" em 1996, mas por causa da capa do que por outro motivo. A capa é belíssima, um excelente trabalho da fotográfa profissional Linda McCartney.
Que fim levou o vinil? Amaury Jr deve saber essa hora... que inveja do pai do James!

Próximo post "Ram"


NOTA: 8,9




10 de nov de 2010

Especial McCartney: Flowers in the dirt (1990)


Sim!!! Resolvi fazer uma série de posts em comemoração à passagem do externo Beatle (ou do sósia dele) pelo Brasil (infelizmente perdi essa es$a chance). Ao longo deste mês irei comentar os discos mais legais (na verdade os que mais me marcaram) da carreira do Tio Maca.

Bem, optei por começar com "Flowers in the dirt" , segundo Amauri "Bond" é o melhor disco do Sir James McCartney. Veremos.

O álbum abre com energia no máximo, pois a faixa que abre é simplesmente "My brave face", uma espécie de "Paperback writer" dos anos 90. O fab four baixou em toda galera da banda e os caras incorporaram toda a alegria Beatle, simplesmente de arrasar.

Pena que a peteca cai com "Rough ride", eletrônica demais e "americana" demais para o meu gosto. "You want her too" conta com a participação de Elvis Costello, uma bela canção por sinal. "Distractions" já faz mais o estilo "songwriter" e intimista de McCartney, e muito bem arranjada. A propósito, em matéria de arranjos, McCartney aprendeu muito bem a lição com George Martin, e consegue visualizar a música como um todo melódico que pode ser enriquecida pelos mais variados instrumentos. "Put it there" é grande canção que segue a linha McCartney.

Uma canção desse disco que destaco é "Figure of eight", a qual também foi um super hit, inclusive, foi a canção promocional do show "Paul in rio" na primeira visita ao Brasil. refrão que gruda mesmo.

Desculpa Amauri, mas esse ainda não é o melhor disco do Maca...

próximo post "Tug of War".

NOTA: 6,0


5 de nov de 2010

The Jam: In the city (1977)


Acreditem, mas esse que vos fala achava que o Ira! era uma banda inglesa que apenas tinha o inconveniente de só falar português. Entretanto, mudei inverti a ordem das palavras quando eu vim de fato conhecer o Jam. Um power trio inglês, altamente visceral, com sotaque londrino marcado e guitarras bem pesadas, sem a menor frescura. Sim! Eu disse sem frescura alguma! Rock pra cabra macho véi! Tá incomadado? Então veste uma calça verde, uma camisa rosa e sai cantando bosta por aí.

"In the City" veio em um momento especial, justamente quando o punk estava arrebentando a sapucaia de tudo que era coco. O diferencial do Jam, é que Weller não era um songwritter qualquer, ele tinha uma preocupação melódica e não se prendia àquele filosofia punk dos 3 acordes (nada contra, mas acho uma babaquice aquele comercial do Futura colocar o babaca do Sid Vicious no posto de segundo "Elvis").

O Jam era uma espécie de The Who, Small Faces e Kinks bem misturado, mas com uma velocidade maior, mais fúria e mais distorção.As batidas da faixa título são o melhor exemplo dessa agilidade que Weller empregou, reparem que o riff é a cara do Ira! (na verdade é o contrário). A propósito, essa canção é uma das melhores de toda história do rock. Em "In the city" a gente pode perceber claramente o sotaque britânico que eu havia mencionado.

"Slow down" é um clássico que já foi tocado até pelos beatles, e aqui soa como se fosse do próprio Jam! Eles conseguiram a mesma façanha ao regravar o tema da série "Batman" (sim, a série do batman barrigudo). Inclusive, "Batman" também está neste álbum, de longe é a versão mais porrada para o homem morcego.

"Art School" é outro hino da pesada que eu recomendo para vocês. Pena que "Town called Malice" e "Going underground" são de outros álbuns...

O Jam é um expoente punk que simplesmente não abriu mão de suas origens sessentistas de modo algum, a sua preocupação melódica, toque pop e um certo saudosismo , jamais melou no compromisso punk que a banda tinha.

até mais

30 de out de 2010

O Clone: Nirvana x Killing Joke



Sei que para muitos estarei fazendo algo como mijar numa cerca elétrica ou dar uma dedada em um ninho de cabas, mas fazer o que ? Espero que após esse post não me apareça nenhum fã do Nirvana puto comigo que nem um Zé Lezin fã do Red hot...

Até +

18 de out de 2010

Big Star: #1 Record (1972)


Já pensou se bandas como Beatles, Led Zeppelin ou Pink Floyd simplesmente não estourassem e caíssem no esquecimento? E mesmo você ouvindo todo aquele som e se convencendo de que é algo incrivelmente fenomenal e se questiona "O que pimbas os ditos fãs de rock têm na cabeça para ignorar isso?". Essa é a pergunta que pertuba a minha caixola doentia. Como uma banda que transpira o puro rock setentão pode ficar tão esquecida?

Acredito que o grande azar do Big star foi o fato de já existirem bandas como Free, Badfinger, Buffaloo Springfield e T-Rex. Mesmo assim, "#1 Record" é digno de estar em qualquer lista que seja.

O Big Star é daquele tipo de banda composta por aqueles tipos cabeludões-malucões de 70. Eu lamento muito por ter conhecido essa banda somente em 2008 por intermédio do meu eterno amigo Mark Lewis. O som do Big Star é uma coisa bem complexa, tem harmonias no melhor estilo Byrds, uma pitada de Beach Boys e levadas de guitarra no melhor estilo The Who.

Falando do disco em si, a abertura com a canção "Feel" é avassaladora! Sintam todo o poder do vocal de Chilton, bem 70!!! Muito Power mesmo! Sem contar que as guitarras dessa música são muito legais, peso e melodia lado a lado (reparem na introdução). Um momento genial da canção é quando entram os metais (saxophone e trompetes), na medida certa, nada inflacionado ou inoportuno. Eu sempre achei complicado usar esses instrumentos de sopro no rock, só quem é safo soube encaixar esses recursos nas suas canções (leia-se Roxy Music). A parte em que Chilton canta "I'm feel like I'm dying/I'm never gonna live again" é de arrepiar.

"The Ballad of El Goodo" é a que tem um estilo que lembra muito Neil Young e umas vocalizações e baixo no melhor estilo Beatles. Cante o trecho belíssimo em que Chilton diz "Hold on..." várias vezes e seja feliz xuxu!

Apesar do disco se totalmente excelente, vou confessar que a minha canção favorita do disco é "Thirteen", uma verdadeira declaração de amor ao rock. A letra fala de dois jovens que querem curtir depois da escola e tals, e ouvir "Paint it Black" dos Stones "Pois o Rock está aí para ficar"... é DEMAIS POHA!!! "I'll shake you... !" Infelizmente não sei de quem é a canção "Get off of my back" que eles citam na letra.


Se você curte um R.E.M. ou um Kings of Leon hoje dia, a partir de hoje faça o seguinte: acenda uma vela para Chilton e Cia, baixe ou compre "#1 Record" e não fique mais em dívida com o rock, caso o contrário ... deixa pra lá!


NOTA: 10! 10! 10!!!

11 de out de 2010

Dumb Stuff! Buttons da pesada

Olá galera!

Vou aproveitar o espaço para divulgar o excelente trabalho que minha amiga Manô tá fazendo.
Ela tem Buttons muito legais, um mais bacana que o outro, só de olha pra foto deu vontade de ficar com uns 20 (apesar de achar que isso não combina comigo). O produto tá show mesmo, quem curte certamente irá se perder nas opções.

Quem quiser saber mais e etc , acesse: http://dumbstuff-stuff.blogspot.com

Sucesso Manô!

PS.: Gostaria de pedir desculpas à dona da foto, pois usei no post sem sequer pedir permissão antes...

4 de out de 2010

Jean Michel Jarre: Oxygene (1976)




Jean Michel Jarre é um dos maiores (se não o maior) instrumentistas desse mundo, tá certo que também existe gente como Vangelis e Mike Oldfield, mesmo assim Jarre reinventou os sintetizadores, usando os mesmos como a base para todo o seu som eletrônico e altamente "espacial". "Oxygene" foi o disco de estréia dele, todo instrumental, cheio de colagens, efeitos e com suas músicas interligadas como um grande épico, algo muito praticado nos anos 70 pelas bandas de rock progressistas. O disco conta com somente 6 faixas, todas intituladas "Oxygene" e conectadas como se fossem faixas únicas.

A primeira vez que ouvi Jarre, foi durante a infância por intermédio de um primo. As músicas de Jarre eram do estilo "música pra nerd ouvir", nunca gostei dessa definição que os desafortunados utilizam para justificarem a sua estupidez perante às canções. Eu aposto, que se colocar um pagodeiro ou uma fã de Fiuk ou Luan Santana na frente de um aparelho de som tocando "Oxygene", certamente irão agir como um analfabeto perante um livro.

Eu não sabia a ordem de lançamento dos disco, curiosamente "Oxygene" era o que eu gostava mais. Depois vim saber que este era o disco de estréia, e que o nosso amigo Jarre havia gravado ele com os "recursos" que tinha em mãos, ou seja, todo e qualquer equipamento virou algo que pudesse emitir sons. Eu disse "Sons" e não "ruídos" ou "barulho". O cara tocava em coisas do outro mundo, como harpa de laser e teclados de lâmpadas e etc.


O sucesso do disco foi tamanho, que alcançou o mundo inteiro e passou a marca de 15 milhões... isso é espetacular, já que estamos falando de música instrumental. Dentre as canções, a mais conhecida de todas (pelo menos eu acho) é "Oxygene part IV", a qual chegou a tocar em comercial da Globo (globo ciência se não me engano) e também chegou a figurar na rádio fictícia "The Journey" de Grand Theft Auto IV.


Jarre também é o detentor de recordes de público no Guinnes Book, sendo que somente o próprio é capaz de superar em seus shows incríveis. Lembro que nos anos 80, a globo costumava passar "Especial Jean Michel Jarre", parece inacreditável hoje em dia, mas naquele tempo, Jarre estava bem popular por aqui. Afinal, os anos 80 foi marcado pela chegada tardia de inúmeros discos. Pode perguntar para qualquer fã de Smiths e U2 quando eles puderam colocar as mãos em um disco "nacional" dos caras. A capa é um show a parte, esse crânio saído do centro da terra é realmente demais.

Já digo de antemão, neste discaço você não irá ouvir guitarras ou bateria, ou sequer um "Yeah! Rock N Roll!". Mas eu garanto que esse som irá te fazer viajar pelo cosmos.

O que tenho a dizer é "Ouça Oxygene... e você irá ouvir o som das estrelas, do mar e de terra!"

See ya

NOTA: 10

26 de set de 2010

Red Hot copiando Matogrosso e Cia.

Confiram algo que eu já havia reparado há alguns anos atrás.





see ya

20 de set de 2010

U2: POP (1997)


"O U2 agora é pop!" noticiava 99,99% da imprensa musical, com um ar completamente tomado por repúdio e ódio, parecia até que a inquisição iria levar o quarteto irlandês para uma forca em praça pública para expulsar o demônio da música pop da veia do U2.

De fato foi muito difícil para muitos fãs, que passaram anos a fio ouvindo repetidas vezes "The Unforgettable fire" e "The Joshua Tree", e ver o U2 aderindo lentamente para os efeitos eletrônicos como "Lemon" e "Numb" do Zooropa. Mesmo assim, o pessoal curtiu muito, trata-se da turnê Zoo Tv (revolucionária em tecnologia por sinal) e o U2 tava num embalo só. Mas... veio um tempo parado, longos 4 anos sem nada de U2 (não vou considerar aqui o The passengers).

Em 1997, o U2 voltou com o álbum "pop", o problema da impressa com o título veio se desgastar muito antes do disco ser lançado, a cagada toda se deu quando o U2 liberou um "teaser" do clipe "Discotheque" e justamente a parte em que eles estava de Village People fazendo "Boom Cha, Boom cha!". Confesso que aquilo pra mim soou como uma traição do rock, hoje em dia reconheço que era um puro ato de ignorância, pois a disco music é uma vertente do rock, queiram ou não.

Pois bem, quando saiu o clipe, a Mtv brasil passou durante 24h (com uma exibição a cada hora) do clipe. A música não me desagradou, muito pelo contrário, não vi algo tão pop assim como a imprensa vinha execrando, ao ponto de colocar o U2 no mesmo balaio de Puffy Daddy ou Eminem. Nesse tempo eu não tinha tanta grana assim para comprar um cd, e o meu primo (caixa forte) ainda estava meio relutante em comprar o disco. Dei sorte de comprar um K7 pirata (sim! Uma fitinha k7 do "pop" com capinha e tudo o mais). Eu ouvi faixa por faixa, e ouvi esse disco por horas... muitas horas mesmo, até a fita se escafeder e o meu primo resolveu comprar o cd depois de perceber que ele era um dos 99,9%.

"If god send his angels" é a grande balada do disco, como sempre, o U2 tem que colocar uma canção para arrebatar os corações. Tem quem prefira "Starring at the Sun", mas ela é óbvia demais. "If god send his angels" conta com pelo menos 3 versões: 1 do disco, 1 do clipe e uma da trilha de "Cidade dos anjos".

"Gone" com sua guitarra infinita e refrão poderoso, não foi hit por algum tipo de macumba ou por falta de interesse de quem não quis ouvir o disco até a faixa 7. "Last night on earth" é a mais crua do disco, conta com um baixão muito legal do sr.Clayton. Se os preguiçosos que pararam na primeira faixa "Discoteque", certamente iriam passar a olhar diferente para pop ao ouvir "Do you fell Loved?".


E o que dizer das faixas finais do disco? O que de pop tem na tristeza de "If you wear that dress", "please" e na excelente "Wake up dead man"? A imprensa é doente! Esse final mais arrebatador de todos os discos do U2.


A canção mais indigesta é "Miami", mas tudo bem, estão perdoados! Eles fizeram com isso, o que posso chamar de "Master piece". Durmam com esse barulho papai!

Enfim, o U2 foi perseguido, mal falado e etc, por conta disso se sentiu na obrigação de voltar a fazer "rock", mas sinceramente... "all that you can't leave behind", "bomba dismantelada" e "no line on the horizon" só me decepcionaram!

U2 Pop RULES!

NOTA: 9,9

PS.: A capa do "Best of Blur" é praticamente idêntica ao "pop".

PS #2: E eles não quiseram incluir a excelente "Holly joe", que ficou esquecida no lado b de "discotheque".

14 de set de 2010

Lady Gaga e suas idéias gagás


Bem, é inegável que quem manda e desmanda na música pop internacional é a diva Lady Gaga (vulgo Stefani Joanne Angelina Germanotta). Ela toca em todo lugar, é impressionante isso, inclusive "Paparazzi" é o hino do município de Itaituba, tocando todos os dias às 8 da manhã na boca de ferro dos postes públicos. Bem, copiar é algo perfeitamente aceitável no mundo, afinal praticamente tudo que era pra ser inédito já foi feito por alguém. Mas mesmo assim, vou reavivar a memória de vocês que acham que o look ou as ações de Lady Gaga são algo original. Pois bem, as imagens falam por si só.









É louvável que ela tenha o Fab four e o camaleão como suas influências artísticas, e pelo visto ela o faz bem feito. Afinal, se é pra se espelhar em alguém, que seja nos melhores e não em bosta, né. Outras influências que devo mencionar são as de Michael Jackson (no caso dos clipes) e de Madonna em algumas canções.

Eu não estou dizendo neste post que a Gaga é uma merda, salafrária e bandida, ela até tem umas musiquinhas jeitosinhas, clipes engraçados e uma bundinha muito bacaninha.

até mais

10 de set de 2010

Oasis: time flies 1994-2009 (2010)


Os irmãos Gallagher sempre foram uns chatos, arrogantes e blá blá blá, mas o talento deles era inegável, o problema é que eles sabiam disso e faziam questão de enaltecer até a quinta potência. Recentemente, está pipocando a cada hora nos comerciais da tv uma propaganda com o caça-níquel citado... ooops! Com a coletânea citada!

Então, o disco duplo conta com 13 faixas cada um. Eu não ouvi, porque sinceramente, não preciso. Tenho quase todos os discos dos caras em cds originais aqui então, se eu comprar essa coletânea, seria por pura pachorra para completar a estantezinha. Mas devo ressaltar aos desavisados que essa é a quarta coletânea da banda... sim, isso mesmo. Antes, tivemos o ao vivo "Familiar to millions", Stop the Clocks e um "best of".

No que diz respeito a seleção, achei que foram felizes na inclusão de "I'm outta time" , "Songbird", "Whatever", e "Let there be love". Só achei um absurdo completo esquecerem obras de arte como "The masterplan", "Gas Panic", "Roll it over","Don't go away", "Little James" e "rockin chair". O que raios deu nessa galera pra selecionar "Shakermaker", "little by little" e "She is love" ? Quem quer ouvir essas músicas?! Nem fã quer ouvir mais!

Um fato que sempre foi motivo de queixas minhas, o Oasis ficou na ativa por quase 15 anos, mas produziu muito pouco.

E outra, a música ideal para terminar esse disco é "Whatever", a melhor canção que os Gallagher fizeram ao longo desses anos.

O tempo voou... a banda que tem um espaço cativo no meu coração se desfez... e essa coletânea tirou...


NOTA:9,2

23 de ago de 2010

EDITORIAL: O maior de todos os estupros


Calma gente, este blog não irá falar de sexo inconsequente ou sobre o filme "Irreverssível" o qual tem, certamente, a cena de sexo mais forte e constrangedora de toda a história do cinema. Todos sabemos que o estupro é um crime sujo, hediondo e desprezível, e que todo o filho da puta que submete alguém a esse tipo de abuso merece morrer lentamente da pior forma possível e arder no tridente do demônio pelo resto da eternidade. Mas seria o estupro algo meramente sexual?
Será que nos obrigar a ouvir algo ou vermos uma (SUB)versão de uma canção querida tocada por um bando de despreparados, muleques, cagões e fedendo a ferro de chapinha já não poderia ser considerado algo tão hediondo quanto?

Bem, na edição do Criança Esperança 2010 aconteceu algo que considero uma heresia, falta de respeito, consideração... pra resumir, foi uma POMBADA forçada nos nossos ouvidos. Não me conformo com o fato de a família brasileira, fãs do rock n roll e sobretudo fãs dos Beatles, serem obrigados a verem o que aconteceu no especial que passou na tv. Vou ser sincero que não vi nada, pois não assisto a maioria desses especiais que passam por puramente uma questão de gosto pessoal, mas mesmo assim fui informado por um amigo hoje sobre o fato (depois de ter visto o maldito vídeo me perguntei "Eu agradeço o Pebertli por me dar mais uma idéia de post ou mato ele por me fazer saber da existência desse fato?").

Bem, são 2:19 de puro aborrecimento ao ver Banda Hori (hahaha como eu já disse, músico BUCETA precisa de um termo como "Banda" ou "grupo" para ser identificado como artista do meio), a bosta do CINE e uma merda chamada HEVO 84.
É um absurdo eles necessitarem de 3 guitarras, 1 baixo, 1 teclado e 2 (eu disse 2!!!) baterias para fazer essa cagada toda! Os beatles só precisavam de 2 guitarras, 1 baixo e apenas a batera BÁSICA de Ringo Starr, eu quero saber cadê os filhos das putas que chamavam o Ringo de limitado?! Se o cara era limitado, imagina esses dois abestados que tocam no vídeo.

Isso sem falar nos 3 babacas cantando (ou pelo menos tentando).

Eu peço encarecidamente ao Fiuk (que porra de nome! Parece som de peido!)... PARE DE CAGAR NA MÚSICA DOS OUTROS! Escangalhe as músicas do teu velho, mas o Beatles é SACANAGEM! Você merece ser torturado por um chinês barrigudo, do peito peludo e de mãos suadas!

Por último, tenho uma sugestão de nome para o grupo "Os Químicos", pois são capazes de transformar música em merda!

PS.: Se você quer se aborrecer, veja o maldito vídeo abaixo, depois não digam que eu não avisei...


21 de ago de 2010

O retorno triunfal de Jordy



No começo dos anos 90, surgia de tudo no mundo da música, desde U2 eletrônico, até hip hop, merda de rap e babaquices eletrônicas como o Milli & Vanilli. No meio de tudo isso, pintou um gurizinho-galeguinho-cute cute francês cantando um refrãozinho colante o tempo todo nas FM de tudo que era lugar. Ele se chamava Jordy.

Jordy fez muito sucesso, isso com apenas 4 de idade. Entretanto, Jordy caiu num ostracismo, ele foi impedido de continuar a carreira sob alegação de que os pais dele eram grandissíssimos filhos da puta que exploravam ele. Pois bem, Jordy ficou congelado. Sim! Foi criopreservado, algo muito parecido com o que aconteceu com o Lion dos Thundercats no primeiro episódio da série, no qual o organismo dele continua a se desenvolver , só que ao contrário do chefe dos Thundercats, Jordy teve uma taxa de crescimento lenta.

Recentemente, Jordy foi libertado de sua crioprisão no Canadá, mas para não ser perseguido pelos franceses, ele teve que mudar sua nacionalidade, o penteado e o próprio nome! Tadinho dele... Depois de ser descongelado, Jordy ficou muito triste ao descobrir que sua Alison já é uma mulher com mais de 20 anos, que tem 3 filhos e que é dependente de anti-depressivos por conta de todas as piadas que ela ouviu ao longo da vida a respeito da música que Jordy fez com tanto esmero.

Jordy, resolveu não cometer mais os erros do passado, de hoje em diante ele irá chamar as suas mulheres apenas por "baby". Outro erro, eram aquelas roupas tão... "90's" que o garotinho usava e pra piorar tudo aquele topete loiro ridículo! Chega!

Agora você irá se vestir igual aos meninos de malhação, terá um cabelo meio EMO todo girado para o lado no melhor estilo boi lambida e fará uma voz o mais próxima o possível de uma bicha querendo ser uma garotinha de marias chiquinhas que nunca menstrou... a seu nome? Esqueça Jordy! Isso é nome de político no Pará! Agora você será JUSTIN BIEBER! Sim! Com um sobrenome que lembra Bidê! Para as meninas lembrarem sempre que estiverem lavando a "paradinha" delas! E não se esqueça Justin... continue fazendo música ruim para imbecis! Você voltará ao estrelato...



see ya

PS.: Né que essa bosta de Justin Bieber tá a cara da Mallu Magalhães no post sobre "caras pintadas" rsrsrs ... essas MENINAS!!!

14 de ago de 2010

Caras pintadas do Rock




No post do Secos & Molhados eu toquei num assunto que até uns tempos atrás eu batia o pé e acusava acidamente o Kiss de ter copiado o visual de Ney Matogrosso e Cia. De fato, são muito parecidos, e além disso, sempre existiu uma lenda de que um suposto empresário haveria assediado Ney , porém o o vocalista recusou. Segundo o próprio Ney, um "tempo" depois apareceu o Kiss. Eu acreditava piamente nesta possibilidade, apesar de a mesma não ser descartável.

Mas seriam o Secos & Molhados os pais da "criança" de cara pintada?

Primeiramente, vamos levar em consideração que o "tempo" que Matogrosso se refere é apenas uma questão de meses. Segundo consta na história, o Kiss fez sua primeira aparição (em 73) pintado alguns meses após a primeira dos Secos & Molhados em 72. Mas será que esses meses de intervalo já seriam suficientes para levar a revolução do SM para os EUA? Eu acho improvável, mas não é descartával.
"We did it?"


Mas fato mesmo é que teve gente que surgiu antes do próprio SM, que já usava pintura no rosto, um exemplo é o senhor Alice Cooper. Também devemos citar o nosso sempre adorado Camaleão do Rock e seu trovão no rosto.




Até onde eu fiquei sabendo, o primeirão a usar tintas na cara foi o senhor Arthur Brown. Brown é um maluco de carteirinha cujo primeiro disco foi produzido por ninguém menos que Pete Towsehend (se você não sabe quem é o Pete, só lamento). O cara é uma mistura de Love com Syd Barrett, e pra completar uma cara pintada que varia entre os Secos e Molhados e o Alice Cooper. Brown fez sua estréia em 68 (acho que por aqui a conversa termina).




Brown em seu mundo louco


Por último, quero mencionar o mais novo integrante desse grupo de caras pintadas, o Teatro Mágico. Banda brasileira que faz um relativo sucesso, sobretudo entre os jovens que se acham poetas de nascença. O TM (calma! Não é "Tensão Menstrual" ou "Tesão do Marcelo", é Teatro Mágico!) tem uma maquiagem que oscila entre o Alice Cooper e aqueles carinhas que vivem daquele papo furado de mímica, não só o vocalista, mas toda a "trupe" está devidamente pintada para fazer os seus números e galhofadas!

TM: muita maquiagem,muito drama,muita metáfora e pouca música!

Bem , eu registro aqui que pretendo falar a impressão que tive desse tal de TM em um próximo post, não vou falar aqui para não queimar cartucho e muito menos fugir do foco.



até +

PS.: Aí você me pergunta "Blimbou, por que tu encerra com a Mallu Magalhães e nem seque diz o nome dela seu cagão?". Pois é, a minha intenção era de mostrar que essa pequena dos Tchuba-rubas não é ruim só de música... de maquiagem também.

8 de ago de 2010

The Beatles: Sgt. Pepper's Lonely hearts club band (1967)



Esse é o post nº 100 desse blog, acredito que deveria ser no mínimo especial, pois não é todo blog que consegue chegar a 100 posts e com número de visitas que temos do mundo inteiro, sempre levando em consideração que não faço nenhum tipo de propaganda para poder justificar esses acessos, mesmo que eu quisesse, as minhas obrigações acadêmicas não deixam tanto tempo sobrando.

Pois bem, optei por comentar, o que teoricamente é, o maior albúm de todos os tempos, o lisérgico e colorido "Sgt. Pepper's" dos Beatles. Sempre que é feita uma lista com os maiores discos da história, 99,99999999% delas dão o primeiro lugar ao referido disco. Aí você me perguntaria quem seria os 0,00000001%? Bem , aquele cagão da revista Playboy que colocou o "london Calling" do Clash em primeiro (dando uma cuspida bem nojenta e azeda na cara dos fãs dos Beatles, Velvet Underground e David Bowie) e outros chatos(tipo eu e o meu amigo Mark) por aí dariam o pódio para outro. Mas a pergunta é... será que é para tanto? Sgt. Peppers é de fato o dono desse pódio que costumeiramente todos temem ousar a mudar? É o que vamos discutir.

Nos anos 60, as bandas gravavam discos as pressas, tipo como se estivessem apertados para aquele cagaço e ficava um produtor te pentelhando as idéias dizendo sem parar "Bora galera! Bora que isso tem que tá estourando na forma de singles no próximo fim de semana!". Com Sgt. Peppers a coisa não foi bem assim, McCartney fixou a idéia de que a coisa deveria ser concebida como álbum, ou seja, uma obra inteira e toda conectada em função de estilo lógico e coerente entre as faixas, ao contrário da filosofia fragmentada dos singles, que na verdade não passavam de momentos individualizados de cada canção.

Bem, de posse da influência inegável dos baixos solados que os Beach Boys apresentaram em "pet sounds" ("Então porque não pet sounds?"), McCartney viu que o rock poderia ser muito mais além do que meros riffs e escalas de ritmo e blues. Mas devemos ressaltar que o uso de orquestras e demais efeitos já haviam sido usados em "Revolver" "Ops! Então porque não é o Revolver o maior discos de todos os tempos piroca?!" Esse questionamento é muito perigoso, ainda mais quando estamos lidando com o "maior disco de todos os tempos". Acredito que toda a concepção artística, desde a capa colorida (talvez a mais parodiada de todas, clique aqui e veja) e cheia de personalidades (Muhamed Ali, Shirley Temple, Bob Dylan,... Chunda rsrsrs e até folha de maconha!) , como também pelo uso de diferentes canais para os diferentes componentes da canção (se você não entendeu o que eu disse, experimente ouvir esse disco com apenas um fone no ouvido e saberá).

Sgt. Peppers não foi idealizado somente para ser lançado como um disco único, as suas músicas são levemente interligadas, algo que veio ser muito bem utilizado pelos dinossauros do progressivo. Esse disco também foi marcado pelo experimentalismo, "Being a benefit for Mr. Kyte" conta com um solo de órgão totalmente ao acaso, a fita foi cortada e depois remontada, e adicionada à canção, essa idéia não era inédita.Os próprios Beatles já haviam feito isso "Rain" e "Tomorrow never knows".Entretanto, a orquestragem apocalíptica de "A day in the life" é realmente algo avassalador e destrutivo, tal como um tsunami dos inferno altamente lisérgico.
Esse disco foi o primeiro (e acredito que o único) a usar uma breve faixa em 20.ooo hertz que só os cães podem ouvi, eu particularmente já ouvi esse disco do início ao fim e NADA de anormal aconteceu com a cachorrada daqui, eu inclusive cheguei ao ponto de deixar o cachorro amarrado perto da sala onde eu ouvia o som pra ver se o bicho se despirocava... NADA, ficou lá na dele abanando o rabo pra lá e pra cá sem entender picas nenhuma!

Eu vou ser sincero, não curto muito "When I'm sixty four", mas reconheço que ela corresponde com a proposta lógica do álbum. Também ressalto que "Within you without you" já havia sido algo parecido com "love you to" , mas eu vou relevar... "Sgt. peppers (Reprise)"é o que eu considero a primeira canção com batida disco da história, podem reparar.

Eu gosto muito de "With a little help from my friends", puro lirismo e baixo perfeito! A verdadeira canção da amizade pura e sincera. "A day in the life" pra mim é um dos maiores clássicos do rock, enquanto uns pensam somente na contestação de "Satisfaction", outros com o enigmatismo de "Another brick on the wall" (Argh! vomito nessa!) ou nos isqueiros acesos de "Stairway to heaven", prefiro me ater a canção cheia de revés feita para um dia em nossas vidas.

A quem diga que o Pink Floyd visitou os caras nos estúdios e blá blá blá, eu pergunto "Tem foto? Tá gravado?"... então, vamos nos ater aos fatos e deixar as lendas para serem discutidas em uma rockada com amigos e muito vinho em tom de piada.


Enfim, os fatos todos indicam, que tudo que foi pregado pela crítica mundial, que este é o maior disco de todos os tempos em todos os aspectos. Será?

see ya

NOTA: 10

PS.: O projeto "Smiley smile" dos Beach Boys, que viria para ser a grande reviravolta do experimentalismo na história do rock, foi engavetado por puro desgosto de Wilson aon ver que McCartney saiu na frente... é filho, quer ficar marcando toca... dá nisso.

3 de ago de 2010

Secos & molhados (1973)



Em 1973, o cenário musical brasileiro viveu um fenômeno, algo próximo à menudomania ou Beatlemania. Em plena ditadura militar, mascarados tocavam e cantavam, sendo que seu vocal é um dos mais excêntricos artistas no que diz respeito a performance que já vi na vida... Ney Matogrosso. Magro, com seu vocal unissex e rebolation duvidoso que deixava todos com quase 100% de certeza de que aquele leite era moça, atitude corajosa dele em se requebrar tanto numa época de tanta repressão. Querendo ou não, isso tudo somando às excelentes canções, serviram de tempero para o estouro e excelente aceitação tanto de público quanto de crítica.

Secos & Molhados... livres, leves e soltos

Não foi a toa que o S & M foram os primeiros artistas brasileiros a atingirem a marca de 1 milhão de discos vendidos (pode ser morder "rei"!). A banda era bem rica instrumentalmente, contando com flauta, viola e violão de 12 cordas. Inclusive, a viola é que dá o ar "sertanejo" (não confundir com Bosta e Marrone ou coisa do gênero) como pode ser ver ao longo da bela "sangue latino". É inegável a qualidade do som e produção do disco, sobretudo para uma banda que passou por inúmeras mudanças e aperreios até conseguir gravar o primeiro disco.

Não se deixe enganar pelo batuque no começo de "Assim assado" , o baixão sem pena e sua guitarra distorcida no melhor estilo "low metal" (definição minha, não sei se existe esse troço) e suas variações para o violão de 12 é demais. Essa música tem um momento especial, aos 1:28 de duração ocorre um revés heavy metal, riff que foi copiada descarada por Red Hot Chilli Peppers em "around the world"... ai se o Guarda Belo ver isso!

"Rosa de hiroshima" e "O vira" são os maiores sucessos comerciais do disco, a primeira foi uma feliz adaptação de um poema de Vinícius de Moraes e a segunda é pura diversão véio!

A minha favorita é "fala", que veio ser revisitada recentemente e até tocou em novela e etc.. Mas não é a mesma coisa que ouvir a original de 73. Infelizmente, o sucesso das canções, shows lotados, propostas internacionais e etc não conseguiu evitar a saída de Matogrosso.

Pra finalizar, essa capa da cabeça dos integrantes servidas em pratos é puro Rock n Roll!!! Poha!


NOTA: 10

PS.: Ahhh as maquiagens... pensam que eu vou dizer que o Kiss copiou eles? Eu prometo que comentarei sobre isso e sobre um certo sr. Brown depois do nosso post 100.


27 de jul de 2010

Molko quer ser Waters


Quem só conhece o Pink Floyd por "The Wall" ou só ouviu Placebo na vida jamais imaginaria na garfada estúpida e descarada que a mãozona de Brian Molko (o vocal do Placebo) e cia fariam ao conceber a introdução de "Taste in men" (que é inclusive um hit deles).

Confira aqui a música do Placebo, basta ouvir só os 10 segundos iniciais:


Agora ouça "Let there be more light" do disco "A sauserful of secrets" do Pink Floyd de 68:




Incrível né!

Até a próxima

PS.: Hoje é aniversário desse chato que vos fala, pra variar ele acha um dia "chato".

22 de jul de 2010

Liberty Rock, a sua rádio de rock!




Você já imaginou uma rádio cujo Dj é ninguém menos que Iggy Pop?

Uma rádio que toca rock 24 horas por dia de forma ininterrupta?

Essa rádio existe?

Sim! Mas não no nosso mundo! Apenas em Liberty City, a cidade fictícia do game Grand Theft Auto 4. Você pode acionar a rádio sempre que estiver em um veículo fazendo coisas saudáveis como roubar um banco, ocultar um cadáver, entregar um "pacote" ou "apagar" um arquivo casualmente. Tudo bem que o game te oferece rádios para todos os gostos (infelizmente a galera que ouve merdas como Axé, calypso, brega e rebolations da vida não tem vez em liberty city). O mais bacana é que o nosso locutor até anuncia as canções!!! Entrevista pessoas e tem comercial e etc..

Bem, sei que o playlist que verão a seguir não é extenso, mas para um game que se propõe a reproduzir uma cidade com vida própria já tá de bom tamanho (no bom sentido, é claro).

Obs.: O playlist foi copiado do site Wikipedia (sim! dessa vez eu tiver que ir lá)

O playlist da expansão "The Lost and damned" , na qual você é um motoqueiro muito maluco que ouve muito rock e heavy metal com a sua galera da pesada. Conta com outras músicas, segue a lista:



Devo ressaltar que Iggy Pop é quem comanda a rádio de rock, a de Heavy metal é Max Cavalera e Jimmy Gestapo (Nunca ouvi falar!!!).

Bem chega desse post wikipediado!

see ya

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