27 de jul de 2010

Molko quer ser Waters


Quem só conhece o Pink Floyd por "The Wall" ou só ouviu Placebo na vida jamais imaginaria na garfada estúpida e descarada que a mãozona de Brian Molko (o vocal do Placebo) e cia fariam ao conceber a introdução de "Taste in men" (que é inclusive um hit deles).

Confira aqui a música do Placebo, basta ouvir só os 10 segundos iniciais:


Agora ouça "Let there be more light" do disco "A sauserful of secrets" do Pink Floyd de 68:




Incrível né!

Até a próxima

PS.: Hoje é aniversário desse chato que vos fala, pra variar ele acha um dia "chato".

22 de jul de 2010

Liberty Rock, a sua rádio de rock!




Você já imaginou uma rádio cujo Dj é ninguém menos que Iggy Pop?

Uma rádio que toca rock 24 horas por dia de forma ininterrupta?

Essa rádio existe?

Sim! Mas não no nosso mundo! Apenas em Liberty City, a cidade fictícia do game Grand Theft Auto 4. Você pode acionar a rádio sempre que estiver em um veículo fazendo coisas saudáveis como roubar um banco, ocultar um cadáver, entregar um "pacote" ou "apagar" um arquivo casualmente. Tudo bem que o game te oferece rádios para todos os gostos (infelizmente a galera que ouve merdas como Axé, calypso, brega e rebolations da vida não tem vez em liberty city). O mais bacana é que o nosso locutor até anuncia as canções!!! Entrevista pessoas e tem comercial e etc..

Bem, sei que o playlist que verão a seguir não é extenso, mas para um game que se propõe a reproduzir uma cidade com vida própria já tá de bom tamanho (no bom sentido, é claro).

Obs.: O playlist foi copiado do site Wikipedia (sim! dessa vez eu tiver que ir lá)

O playlist da expansão "The Lost and damned" , na qual você é um motoqueiro muito maluco que ouve muito rock e heavy metal com a sua galera da pesada. Conta com outras músicas, segue a lista:



Devo ressaltar que Iggy Pop é quem comanda a rádio de rock, a de Heavy metal é Max Cavalera e Jimmy Gestapo (Nunca ouvi falar!!!).

Bem chega desse post wikipediado!

see ya

12 de jul de 2010

13 de Julho, dia Mundial do Rock

Ok, ando muito ocupado... foi em cima da hora... mas nunca é tarde para celebrarmos o "nosso" natal (como eu disse para a querida Manô).

Então, nesse ano eu indico (pode parecer arroz de festa para uns), outro hino do rock (na minha humilde opinião).


PS.: Post dedicado a todos os fãs de rock,mas em especial a todos os visitantes fieis desse blog, e sobretudo a pessoas que considero pra caramba e que sempre visitam... " a tri doente por rock" Manô, "o maior crítico de cinema" Jr e a ilustre visitante lusitana Joana.




7 de jul de 2010

David Bowie: station to station (1976)




Eis que durante a minha mania de visitar sites de notícias, eu fiquei sabendo que "Station to station" seria reeditado em um versão especial, com cds bônus, lp, fotos e etc.. Eu imagino que é meio complicado justificar o fato de um disco de apenas 6 faixas render tanto disco bônus. Na verdade trata-se de discos com versões diferentes e discos ao vivo.

"kit comeu" do disco "Station to station"


Deixando a notícia de lado, ouvir o Camaleão é uma dádiva para todo ser humano e poder falar dele melhor ainda. Então, nada melhor como usar um fato desses como desculpa para postar mais um discaço do Bowie aqui. Demora muito, vou ter que mudar o nome do blog para "Bowienroll".

Bem, falando do disco... abre com a faixa que dá o nome ao mesmo. "Station to station" já mostra de cara que Bowie vivia a discoteca com intensidade. Sim, baixos bem elaborados e batidas características. A diferença, é que ele não soava agridoce como um Bee Gees, a plasticidade dos vocais e a estruturação das músicas de Bowie fogem completamente à conjutura da disco pop. Eu partircularmente gosto mais da versão ao vivo que tem na trilha sonora de "Christiane F. 13 anos, drogada e prostituída".

"Golden Years" é o grande sucesso desse albúm, até tocou em novela da Globo! Sim, a "Duas Vidas" de Janete Clair (acho que é assim que se escreve, que se foda wikipedia!). Também ouvi essa música num filme do finado Heat Ledger, que ele fazia um cavaleiro cuja armadura era da Nike.

"Wild is the wind" e "Word on a wing" são as canções que o vocal estão no máximo de sua emoção e cumplicidade. É incrível que ao longo dos anos Bowie consegue melhorar a sua voz, podem reparar, comparem com o que ele fazia em 60 e compare com 70, 80 e até mesmo nos ótimos "Hours" e "Reality". É o mesmo papo que rola com os vinhos, quanto mais velho melhor.

Esse disco conta com uma canção que eu gosto muito, chamada "TVC 15", inclusive eu vi uma vez uma apresentação ao vivo dessa canção num programa do tempo do ronca apresentado por Martin Sheen em que Bowie está vestido de mulher. É realmente da pesada! Fica a promessa de eu postar esse vídeo no youtube!

por enquanto é só

NOTA: 10


2 de jul de 2010

She & Him : Volume II (2010)



Ao final de 2008, vi um clipe engraçadinho com uma mulher belíssima e muito carismática na MTv, tratava-se de "Why do you let me stay here?" do She & Him. Curiosamente na semana seguinte vi um filme de Jim Carey com a mesma figura... eu vi que estava me apaixonando por Zooey Deschanel. Como alguém pode ser tão "cute cute" como ela? ter uma voz tão linda? ser tão meiga e tão gostosa ao mesmo tempo? Zooey é tudo isso.

Em função da Zooey... quero dizer... dos fatores apresentados, resolvi ir atrás do "Volume I". Reconheço que minha empolgação foi muito grande, ao ponto de ter sido "generoso" demais na minha avaliação... mas tudo bem, o efeito Zooey tem dessas coisas.

Pois bem, o tempo passou e a vontade de ouvir mais de She & Him ficou para uma expectativa, que enfim terminou. O She & Him continua fazendo o mesmo altamente açucarado e ideal para uma manhã de domingo com toda a família se divertindo no lanche e rindo de tudo que acontece... é um som do bem. Nada de guitarras alopradas ou revolta ou intenção de mudar o mundo.

"Thieves" é uma obra prima abre o disco, mostrando de cara a que a proposta deles é de canções para fazer a pessoa se sentir leve e curtir algo bem 60... bem mesmo.

O disco segue com "In the sun", essa tem potencial incrível de hit (logicamente para os chegados), é a mais colante e legal canção do disco, eu recomendo. Acho legal o solo de guitarra infinita que Ward faz, apesar de simples, é melodicamente perfeito.

veja aqui o clipe fofinho (que coisa gay!) de "In the sun"


"Don't look back" já acompanha o clima alegre da anterior, gostei muito também. Assim como no primeiro disco, "Vol. 2" também conta com covers, destaco a belíssima "Ridin' in My car" de um tal de NRBQ ( nunca ouvi falar ... sorry! Mas fica a menção honrosa), as outras são "Gonna get along without you now" e "I can hear music".

Eu tenho uma amiga que não acredita que gosto de bandas como She & Him ou Belle & sebastian, ele os considera "bobinhos" demais pra mim. O ser humano é imprevisível, e até mesmo os mais rabujentos precisam de umas doses de She&Him's da vida.

As músicas são realmente boas, bem gravadas e muito bem cantadas, mas essa chuva caiu num lugar que já estava alagado.

NOTA: 7,0

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