29 de nov de 2010

Kings of Leon: Comes Around Sundown (2010)


Quando o KOL surgiu, apareceu com o rótulo de "Indie", "Strokes caipiras sulistas" e até mesmo de rock de arena. Eu ainda prefiro algo como um "Credence grunge" (rótulo meu). Muitos fãs não gostaram de "Only by the night" por considerar "comercial demais". De fato, foi o grande salto pop do KOL, reconheço que se não fosse "Only by the night", o KOL ainda seria uma daquelas bandas que só ocuparia espaço no HD e que valia a pena ouvir umas 5 canções por álbum. "Only by the night" é um disco perfeito e um dos melhores de 2008, e está entre os melhores dos 00's.

"Comes Around Sundown" é o álbum que sucedeu o bombástico "Only by the night". Eu ouvi muito por aí que o KOL havia retornado às origens e etc.. Sinceramente, não achei. Eles seguiram uma proposta bem próxima de "Only by the night", entretanto, com refrões menos colantes, um som menos limpo e menos alto; além disso, um baixo muito mais presente do que no disco anterior.

Desde "Only by the night" que o KOL segue uma linha de guitarras que lembra muito o U2, só que um pouco mais visceral do que The Edge. As distorções de "The end" dão um clima bem desesperado e ao mesmo tempo apaixonante.

"Radioactive" tem um baixão que lembra muito Adam Clayton nos tempos de War. Não sei porque o KOL tá me lembrando tanto U2, será que é só impressão minha? Riffs e refrão bem legais.

Destaco a belíssima "Mary", meio sessentista, mas com guitarras muuuito bem carregadas e riffs sem dó nenhum de aparecer. Calleb Followill colocou todo o fôlego e empolgação nesta canção, pode anotar aí véi.

Não gostei da canção "Pony Up", instrumentalmente falando ela não se encaixa no estilo predominante do disco.

A minha favorita do disco foi "Beach side". Que levada bacana, saudosista e que tem um baixo da pesada, Followill family estava inspirada nessa música.

O disco é excelente, eu recomendo mais ainda se você curtiu o anterior.

NOTA: 9,2


24 de nov de 2010

Especial McCartney: Menções honrosas

Band on the Run (1973): Sei que muitos devem se perguntar "Por que raios esse babaca do Blimbou simplesmente não fez um post só para 'Band on the run'?" A resposta é simples, eu optei por comentar sobre os álbuns que marcaram a MINHA vida, e não a vida de crítica internacional. Mas não seria por esse motivo egoísta que eu deixaria de comentar, brevemente, um dos mais consistentes trabalhos solos de McCartney. É inegável que o disco é excelente, mas não um "álbum branco" ou "sgt. peppers" como dizem por aí. Isso é exagero. Assim como também considero um absurdo dizerem que este é o melhor disco solo de um ex-Beatle, eu gostaria de perguntar para esses fulanos que dizem essas coisas, o seguinte "Você já ouviu 'All things must pass' de George Harrison?".

"Band on the run" conta com os hits "Jet" (essa é a canção que McCartney usou para repetir no final do álbum, algo normal na carreira dele) e "band on the run". Destaco ainda "Mrs Vandebilt" e "No words". Para alguns fãso fim dos Wings foi como uma benção, fim que ficou marcado com a prisão de McCartney por porte de maconha, o que lhe rendeu uns dias de xilindró.


All the best (1987): What the fuck?! Uma coletânea Blimbou? Sim! Eis o primeiro disco de McCartney que ouvi na vida, só isso já é o maior de todos os argumentos para o egoísta aqui colocá-lo nesta menção honrosa. "All the Best" é uma das trilhas sonoras da minha infância, marcou muito. "Pipes of peace", "Ebony and ivory", "My love", "another day" e "say say say" tocavam muuuito na vitrola de casa. Foi nesse álbum que vim criar todo o meu fascínio pela marca de instrumentos Rickenbacker (um dia terei um).

Outra coisinha, pode parecer besteira, mas que a grande maioria dos fãs dos Beatles que cresceram depois do sucesso do Fab four, certamente passou... acreditem, mesmo sabendo o nome dos quatro Beatles, mas na minha cabeça Paul Mccartney era um cara que apareceu do nada e surgiu apenas como Paul McCartney. No momento em que vim realizar que esse McCartney era o mesmo McCartney do fab four foi um choque (positivo) muito grande, tipo "Luke, eu sou sei pai!".



Flaming pie (1997): Um dos mais belos discos da carreira solo de McCartney. Esse disco foi marcado por ter sido feito em um período difícil da vida de Paul, Linda estava com câncer de mama e faleceu no ano seguinte.

Outro fator que contribuiu muito para que esse disco fosse tão bom, era o fato de McCartney ter se envolvido com os outros ex-Beatles durante o projeto "Anthology", com melodias bem no estilo "long and widing road" de ser.

Destaco as belíssimas "Little willow" e "beatiful night". Lembro que esse álbum rendeu um especial de tv, que inclusive passou umas 2 vezes na Band.




Run Devil Run (1999): McCartney resolveu botar o capeta pra correr na base do Rock n Roll, afinal esse é o primeiro disco dele após a morte de Linda. E pra isso, convocou David Gilmour do Pink Floyd e Ian Paice do Deep Purple. A parceria com Gilmour já é de longa data, afinal, a guitarra espacial (eu disse ESPACIAL mesmo) de Gilmour toca em "No more lonely nights".

"RDR" consiste em várias covers de clássicos do rock de gente como Chuck Berry, Carl Perkins eElvis Presley (na verdade uma co-autoria, pois o "rei" do Rock não compos praticamente NADA na vida). Esse disco foi marcado por um show especial no "Cavern club" para meia dúzia de babacas e por 3 canções inéditas de Paul.

"RDR" é um discaço, feito para se ouvir do início ao fim.

É isso aí gente, Paul já foi, e que não viu perdeu (meu caso); pois, essa foi a última chance de vermos um ex-Beatle vivo tocando (não acredito que o Ringo esteja com essa corda toda...). Eu já estou me sentindo cansado de tanto falar em McCartney, muito vuco vuco, oba oba e blá blá blá. Tudo bem, o cara é legal, eu sei que sou um chato.

Próximo post KINGS OF LEON 2010!!!

Faca na Caveira Followill!!!

21 de nov de 2010

Especial McCartney:McCartney I (1970)

http://rapidshare.com/#!download|266tl2|201041646|040juliocmail.blogspot.comPaulMcCartneyMcCartney-1970.rar|41801


Quando um casamento está por um triz,daqueles que qualquer bostinha pode dar o fim em tudo? Mas mesmo assim o casal ainda reluta? E curiosamente, tanto o homem quanto a mulher tem consciência de que está tudo uma merda, mas que falta um "empurrãozinho" para se dar um fim e todo aquele relacionamento que está um cagada bem fedida e sem fim.

Pois então, os Beatles estavam numa rota de colisão em 69. Lennon já estava doido para pular fora (mas não queria tomar a iniciativa), George muito puto no seu canto doido para liberar o roqueiro controlado por cabrestos e Ringo sempre quieto. Foi preciso que McCartney chutasse o balde com a mesma força com que Roberto Carlos cobra uma daquelas faltas. Eis que ele grava na surdina, em apenas um mês, tocando TUDO sozinho, só para mostrar para todos de que ele não precisa de mais 3... se é que vocês me entendem. Será que compensou? Vamos saber agora.

Eu tive esse disco em vinil, era uma cópia original da época e estava em excelente estado. Lembro que foi com grande empolgação que comprei por apenas 2 reais e tempos depois troquei ele pelo cd "Past Masters 1" dos Beatles (Sim! me condenem colecionadores de vinil!).

McCartney I é bem mais rock que "Ram", porém, menos melódico e muito mais cru. O disco abre com a instrumental "Lovely Linda", eu sinceramente não sei onde raios ele diz que ela é adorável, pois é uma canção instrumental é curtíssima. "Valentines day" é outra instrumental, entretanto sem poder nas batidas e solos de guitarra bem tímidos se comparados com o que Harrison fez em "Abbey road", e McCartney ainda pegava no pé dele... McCartney, você é o deus do BAIXO, não se esqueça disso.

O disco segue e só vem ter brilho de fato na sua quarta faixa, a bela "Every night". Canção muito legal mesmo, chega a ser um convite para se pegar o violão e sair tocando à beira de uma lareira "Uhuuuuuuuuu... uhhh... hummm".

"Hot as sun/glasses" é uma bela canção, mas só que instrumental. Acredito que o potencial dessa canção seria mais bem aproveitado se fosse cantada, mas fazer o que...

A jóia do disco é sem dúvida "Junk", inclusive essa canção chegou a ser ensaiada pelo próprio McCartney nos mesmos estúdios nos tempos dos Beatles. "Junk" é o exemplo clássico de uma canção com a marca de McCartney, rica melodicamente, emocionante e intimista. Violão de de melodia simples e perfeitamente arranjada. "Teddy boy" é outra canção que McCartney também ensaiou nos estúdios dos Beatles. No post passado, eu havia comentado uma mania de McCartney que é repetir uma determinada música no começo e no final do disco, o mesmo rola aqui, "Junk" e ""singalong junk".

"Maybe I'm amazed" é o grande sucesso desse disco e a mais visceral do álbum, sem a menor dúvida.

Próximo post "Menções honrosas"

Nota: 7,5


17 de nov de 2010

Especial McCartney:RAM (1971)


Taí um discaço que eu vim ouvir bem no começo da minha fase "ex-Beatle" (afinal, todo fã tem aquele momento em que ele passa a se dedicar mais à carreira solo deles). Pois bem, "Ram" era um disco que eu não fazia idéia nenhuma de que existia até o meu eterno amigo Mark Lewis me apresentar. Devo ressaltar que era um vinil, original e da época! Com selo da Apple e todo o mais (não se trata da empresa de Jobs sua cordona no cio!). A propósito a capa é feinha... mas diferente.

"Ram" já conta com a participação de Linda McCartney, não so na concepção artística das capas, mas também tocando e cantado. Paul certamente se questionou "Fuck! If Yoko does, Linda can do the same and better!". De fato, ela faz melhor, porque a Yoko cantando é mais brochante que dançar com a irmã em festa cheia de gatas.

O disco abre com a bela "too many people", que segundo Lenno, foi uma provocação direta a ele. Eu sinceramente, não sei onde raios Mccartney passou o fero quente no furico de John nessa canção. Mesmo assim, Lennon resolveu revidar com "How do you sleep?" do disco Imagine. No caso de Lennon, "How do you sleep?" não foi nada metafórico e sim DIRETO! Acho legal a parte que Lennon diz "The only thing you done was Yesterday/and since you're gone you just another day". Provocando diretamente um hit de McCartney da época, dizendo claramente que ele só prestava no "passado". Que coisa infantil. Chega de divagação! Foco Blimbou! Poha! Foco!!!

Bem, "Ram" é um disco bem no estilo "Abbey Road" , mas só que bem mais rock (não estou dizendo que seja melhor hein!). O que eu gosto muito nesse disco, é que ele é muito melódico mesmo e rico em orquestras, tudo bem que não tem o "TM" de George Martin, mas para um único Beatle é algo grandioso. Devemos levar em consideração que até então eles eram dependentes demais uns dos outros.Na minha opinião, McCartney foi o que soube superar de LETRA isso tudo. Resolveu arregaçar as mangas e puxou todo o bonde sozinho.

Nesse disco podemos perceber uma coisinha que McCartney já havia feito nos tempos dos Beatles... repetir uma canção no final do disco. Podem conferir, em Sgt. Peppers a canção "Sgt.Peppers..." toca no início e no final antes do grand finale "A day in the life". O mesmo acontece em Abbey Road, quando podemos conferir "You never give me your money" no início e no final do Lado B do vinil. Em "Ram", a canção "Ram on" toca no começo e no fim do disco.

"3 legs"(ou o "melô do Kid Bengala") é uma homenagem direta a Rober Johnson, me lembra muito "crossroads" dos seus ensaios no Delta Blues. "Uncle Albert/Admiral Hasley" é uma "masterpiece" véi! Bem trabalha, complexa e com reviravoltas, mas sempre com uma proposta alegre e com melodias relativamente simples, algo parecido com que McCa fez em "Band on the run". Destaco as porradas "Smile away" e "monkberry moon delight", rock n roll muito bacana mesmo.

Não poderia deixar de falar sobre "The back seat of my car", essa você fica achando que tem algum outro Beatle participando bem quieto nos outros instrumentos. Realmente compensa a carência de qualquer fã. Então meu amigo, aumenta essa porra até o talo da tua vitrola como eu fiz e apenas curta!

"Ohhhhhhhhhh ! We believe that we can't be wrong!"

até mais!!!

Próximo post "McCartney I"

NOTA: 10

14 de nov de 2010

Especial McCartney: Tug of War (1982)


Após ter se separado definitivamente dos Wings (que para muitos foi a melhor coisa que McCartney fez e para outros o Wings deixa saudade) mas isso não vem ao caso. "Tug of War" marcou o retorno de George Martin na produção dos discos. Todos sabemos que ele teve um papel fundamental no som dos Beatles, e que ensinou muito a McCartney. Mesmo assim, nada como o próprio Martin para chefiar uma produção de um disco e dar som para tudo que está na cabeça do Beatle.

O disco abre com um hino à paz, "Tug of War" é um daqueles exemplos clássicos de música estilo McCartney, bem intimista e riquíssima em melodia simples. O violão que dá base à canção chega a soar sertanejo, mas não se enganem, a canção tem o seu clímax, e é bem pesado! Com direito a orquestra. "Take it away" já é uma levada meio Wings, mas tem um "quê" de Steve Wonder (que não está no disco de penetra) muito legal e alegre.

"Somebody who cares" é (na minha humilde opinião) uma das mais belas canções do velho Maca! Muito linda mesmo, sempre que a ouço, programo para tocar repetidas vezes. Se você não saca essa canção, mas gosta um pouco do McCartney solo, eu recomendo. Quando chega na parte "There's always someone, somewhere... you should know by now/ Always somebody who cares" é empolgante, eu diria que se trata do refrão perfeito para se começar um belo dia.


Esse disco é marcado por uma homenagem histórica, assim que Lennon foi morto, McCartney compos "Here today". Uma das mais belas canções do currículo do rapaz, apesar de não ter feito sucesso na época, mesmo assim, que se dane as estatísticas Pop! Tenham esta canção como uma declaração de amor e não como uma homenagem a Lennon, quem sabe assim, sem essa forçada de barra as pessoas passam a dar mais atenção. A próposito, nas últimas turnês (eu disse turnês e não shows) McCartney tem tocado "Here today".

Também pediria mais atenção para o rock n roll "Ballroom dancing" e na belíssima "Wonderlust".



E logicamente, não poderia deixar de citar uma das canções mais legais que já ouvi nessa vida!
"Ebony and Ivory" é o verdadeiro hino à paz! Sim!!! É sim, por quê não haveria de ser? "Imagine" é inegavelmente tocante, mas remete à sentimentos de tristeza, arrependimento ou até mesmo de resignação."Ebony and Ivory" é um tapa na cara da intolerância, na qual McCartney acopanhando de Steve Wonder (nesse disco eles cantam 2 canções juntos, reparem no "She loves you yeah yeah" bem no final de "Whats that you doing") resolvem mandar as diferenças pra puta que pariu, e de mãos dadas, alegres e saltantes como se tivessem tomado poção Gummy. Até hoje me lembro, bem pequeno vendo aquele clipe com os dois dividindo o piano.

Lembro que comprei o vinil de "Tug of War" em 1996, mas por causa da capa do que por outro motivo. A capa é belíssima, um excelente trabalho da fotográfa profissional Linda McCartney.
Que fim levou o vinil? Amaury Jr deve saber essa hora... que inveja do pai do James!

Próximo post "Ram"


NOTA: 8,9




10 de nov de 2010

Especial McCartney: Flowers in the dirt (1990)


Sim!!! Resolvi fazer uma série de posts em comemoração à passagem do externo Beatle (ou do sósia dele) pelo Brasil (infelizmente perdi essa es$a chance). Ao longo deste mês irei comentar os discos mais legais (na verdade os que mais me marcaram) da carreira do Tio Maca.

Bem, optei por começar com "Flowers in the dirt" , segundo Amauri "Bond" é o melhor disco do Sir James McCartney. Veremos.

O álbum abre com energia no máximo, pois a faixa que abre é simplesmente "My brave face", uma espécie de "Paperback writer" dos anos 90. O fab four baixou em toda galera da banda e os caras incorporaram toda a alegria Beatle, simplesmente de arrasar.

Pena que a peteca cai com "Rough ride", eletrônica demais e "americana" demais para o meu gosto. "You want her too" conta com a participação de Elvis Costello, uma bela canção por sinal. "Distractions" já faz mais o estilo "songwriter" e intimista de McCartney, e muito bem arranjada. A propósito, em matéria de arranjos, McCartney aprendeu muito bem a lição com George Martin, e consegue visualizar a música como um todo melódico que pode ser enriquecida pelos mais variados instrumentos. "Put it there" é grande canção que segue a linha McCartney.

Uma canção desse disco que destaco é "Figure of eight", a qual também foi um super hit, inclusive, foi a canção promocional do show "Paul in rio" na primeira visita ao Brasil. refrão que gruda mesmo.

Desculpa Amauri, mas esse ainda não é o melhor disco do Maca...

próximo post "Tug of War".

NOTA: 6,0


5 de nov de 2010

The Jam: In the city (1977)


Acreditem, mas esse que vos fala achava que o Ira! era uma banda inglesa que apenas tinha o inconveniente de só falar português. Entretanto, mudei inverti a ordem das palavras quando eu vim de fato conhecer o Jam. Um power trio inglês, altamente visceral, com sotaque londrino marcado e guitarras bem pesadas, sem a menor frescura. Sim! Eu disse sem frescura alguma! Rock pra cabra macho véi! Tá incomadado? Então veste uma calça verde, uma camisa rosa e sai cantando bosta por aí.

"In the City" veio em um momento especial, justamente quando o punk estava arrebentando a sapucaia de tudo que era coco. O diferencial do Jam, é que Weller não era um songwritter qualquer, ele tinha uma preocupação melódica e não se prendia àquele filosofia punk dos 3 acordes (nada contra, mas acho uma babaquice aquele comercial do Futura colocar o babaca do Sid Vicious no posto de segundo "Elvis").

O Jam era uma espécie de The Who, Small Faces e Kinks bem misturado, mas com uma velocidade maior, mais fúria e mais distorção.As batidas da faixa título são o melhor exemplo dessa agilidade que Weller empregou, reparem que o riff é a cara do Ira! (na verdade é o contrário). A propósito, essa canção é uma das melhores de toda história do rock. Em "In the city" a gente pode perceber claramente o sotaque britânico que eu havia mencionado.

"Slow down" é um clássico que já foi tocado até pelos beatles, e aqui soa como se fosse do próprio Jam! Eles conseguiram a mesma façanha ao regravar o tema da série "Batman" (sim, a série do batman barrigudo). Inclusive, "Batman" também está neste álbum, de longe é a versão mais porrada para o homem morcego.

"Art School" é outro hino da pesada que eu recomendo para vocês. Pena que "Town called Malice" e "Going underground" são de outros álbuns...

O Jam é um expoente punk que simplesmente não abriu mão de suas origens sessentistas de modo algum, a sua preocupação melódica, toque pop e um certo saudosismo , jamais melou no compromisso punk que a banda tinha.

até mais

Related Posts with Thumbnails